terça-feira, junho 07, 2005
O Principezinho
"O Principezinho" é o meu livro de mesinha de cabeceira. Mais do que um conto infantil, é uma história simples de vida. Cada vez que o leio, e faço-o com frequência, vejo-o de um modo diferente!
O que mais me encanta é o encontro com a raposa.
O menino que abandonou o seu pequeno asteróide (mas mesmo tão pequeno, que para se ver o por do sol vezes sem fim é só chegar a cadeira um pouco para trás!) à procura de novos amigos, encontrou a raposa e pediu-lhe para ela ser sua amiga. A raposa respondeu que ele teria que seguir um ritual se queria que ela fosse sua amiga.
"O que é um ritual?" perguntou ele "É o que faz como que uma hora seja diferente das outras horas! Todos os dias terás que vir aqui ter comigo à mesma hora e todos os dias te deves sentar um pouco mais perto! Ao final de algum tempo, ao aproximar-se essa hora já estarei a por o meu coração bonito para te receber!"
O menino assim fez. Ao final de algum tempo ele e a raposa brincavam juntos. Certo dia a raposa disse-lhe: "Sabes eu sou tua amiga! O teu cabelo é dourado como os campos de trigo! Quando não estiveres ao pé de mim e eu sentir a tua falta basta-me olhar para o trigo que me sentirei mais perto de ti!"
E é isto que acontece, quando seguimos rituais para que alguém seja nosso amigo. Um dia acordamos, olhamos para a janela e algo do que vimos faz o link directo para gaveta da nossa memória onde guardamos tudo o que nos faz lembrar os nossos amigos.
E é isto que acontece, cada vez que repetimos vezes sem conta o mesmo gesto com alguém...
E é isto que acontece quando vejo uma t-shirt laranja, um Noddy, um carro cinzento metalizado, um metaleiro, ou quando vejo um pinguim.
E é isto que acontece a cada dia ao meio dia e um quarto, quando chega a hora de marcar um 6xx no meu telefone e dizer: "Como é? A malta almoça?"
O que mais me encanta é o encontro com a raposa.
O menino que abandonou o seu pequeno asteróide (mas mesmo tão pequeno, que para se ver o por do sol vezes sem fim é só chegar a cadeira um pouco para trás!) à procura de novos amigos, encontrou a raposa e pediu-lhe para ela ser sua amiga. A raposa respondeu que ele teria que seguir um ritual se queria que ela fosse sua amiga.
"O que é um ritual?" perguntou ele "É o que faz como que uma hora seja diferente das outras horas! Todos os dias terás que vir aqui ter comigo à mesma hora e todos os dias te deves sentar um pouco mais perto! Ao final de algum tempo, ao aproximar-se essa hora já estarei a por o meu coração bonito para te receber!"
O menino assim fez. Ao final de algum tempo ele e a raposa brincavam juntos. Certo dia a raposa disse-lhe: "Sabes eu sou tua amiga! O teu cabelo é dourado como os campos de trigo! Quando não estiveres ao pé de mim e eu sentir a tua falta basta-me olhar para o trigo que me sentirei mais perto de ti!"
E é isto que acontece, quando seguimos rituais para que alguém seja nosso amigo. Um dia acordamos, olhamos para a janela e algo do que vimos faz o link directo para gaveta da nossa memória onde guardamos tudo o que nos faz lembrar os nossos amigos.
E é isto que acontece, cada vez que repetimos vezes sem conta o mesmo gesto com alguém...
E é isto que acontece quando vejo uma t-shirt laranja, um Noddy, um carro cinzento metalizado, um metaleiro, ou quando vejo um pinguim.
E é isto que acontece a cada dia ao meio dia e um quarto, quando chega a hora de marcar um 6xx no meu telefone e dizer: "Como é? A malta almoça?"
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Agora sim, o Blog começou novamente a ganhar vida, espero que não o deixes murchar de novo pois seria uma trsiteza...
Mocho vigiante e sempre atento!!!
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