terça-feira, abril 05, 2005
Um quarto para as três... Quando vamos outra vez?
A hora de encontro foi às 9, no Cabo da Roca. O nosso colega Charles prometeu um belo e magnífico passeio deste local até à Praia Grande – a pé pela orla costeira.
O dia começou com o Rabbit em grande a ser “multado” e obrigado a colocar uma moedinha preta no “É preciso ter lata!” – o nosso mealheiro de cartão – por ter dito que um Mini era o meu carro de sonho por estar cheio de homens... putos entenda-se... se ainda estivesse cheio de Wheels e Georges Cloneys, ainda vá que não vá... mas putos, isso não!!!!
Após um pequeno atraso, lá partimos. O Charles e Adrew, vieram equipados com batton - eu e o Rabbit preferimos simplemente chamar “Pau Decatholon” ou “Pau”.
Lá iniciamos a caminhada e a descida até à Praia da Ursa, por caminhos que olhando para trás nem conseguiamos encontrar... umas escorregadelas sem importância, umas pisadas em falso em urtigas (eu claro!) e lá estamos na praia. Surge o primeiro obstáculo. A maré subiu... temos que tentar passar para o outro lado de uma rocha existente sem nos molharmos. Tentar, tentamos... após 2 ou 3 ondas resolvemos descalçar os sapatos e arregassar as calças. O Rabbit no seu local de auxilio às damas em dificuldade vai dizendo quando é a melhor altura para cada um passar.
Chega a vez dele... A onda recua, o Rabbit avança e a onda seguinte avança mais depressa do que ele e alcança-o molhando-o dos pés á cabeça, pelas costas de uma forma traiçoeira, qual Tsumani enfurecido!
Logo a seguir chega a minha vez. o Charles ajuda-me a descer para o degrau para a “Grande Molha”. Estava tudo bem, aparentemente, quando dei o meu grande tralho, escorreguei sem saber bem como esfolando o joelho, nada mais a declarar e continuamos olhando as ondas... a onda recua e chega a minha hora de tentar ser mais rápida do que ela, e fui... só porque fiquei mais leve, perdi os sapatos que tinha presos na mochila! Felizmente o Charles estava atento e conseguiu resgatá-los ao mar salgado!
Uma pequena pausa para avaliar os estragos molhados e comer qualquer coisa!
Nesta pequena pausa, o Charles resolveu mostrar qual o melhor cantil para água que tinha encontrado até hoje – uma garrafa de refrigerante de plástico PET, e explicou-nos o que esta este plástico. A grande vantagem é poder cair em qualquer lugar sem partir ou rebentar. “Querem ver?” – pergunta ele, atirando a garrafa para o ar, fazendo-a cair aos nossos pés, e ela rebentou! “Nunca tal me tinha acontecido! Este plástico PET nunca rebenta!” diz ele. O Rabbit chegou à conclusão que PET significa – Pode Estantelar-se Toda.
Seguimos caminho, molhados até aos ossos, desta vez a subir, numa agilidade de fazer inveja a qualquer cabra montesa (LOL!). Nesta minha agilidade e prestes a fazer sku na lama, agarrada ao “Pau”, a tentar encontrar um ponto de equilibrio, ouço o Charles a rir. “Essa tua imagem é fantástica, ahahahahah! Um quarto para as três e o ponteiro dos segundos à procura desesperadamente de uma referência!”
Mais um ou dois tralhos, continuamos a andar... a pensar na lista de coisas que não podem faltar no próximo passeio!
Ao chegarmos ao destino divagamos sobre as pégadas de dinossáurios e sobre um estranho aparato na areia, uma imagem de Iemanjá, rosas brancas, flores azuis, leite condensado e pêssego em calda. Seria um pedido de amor, para adoçar um coração dificil?
O dia começou com o Rabbit em grande a ser “multado” e obrigado a colocar uma moedinha preta no “É preciso ter lata!” – o nosso mealheiro de cartão – por ter dito que um Mini era o meu carro de sonho por estar cheio de homens... putos entenda-se... se ainda estivesse cheio de Wheels e Georges Cloneys, ainda vá que não vá... mas putos, isso não!!!!
Após um pequeno atraso, lá partimos. O Charles e Adrew, vieram equipados com batton - eu e o Rabbit preferimos simplemente chamar “Pau Decatholon” ou “Pau”.
Lá iniciamos a caminhada e a descida até à Praia da Ursa, por caminhos que olhando para trás nem conseguiamos encontrar... umas escorregadelas sem importância, umas pisadas em falso em urtigas (eu claro!) e lá estamos na praia. Surge o primeiro obstáculo. A maré subiu... temos que tentar passar para o outro lado de uma rocha existente sem nos molharmos. Tentar, tentamos... após 2 ou 3 ondas resolvemos descalçar os sapatos e arregassar as calças. O Rabbit no seu local de auxilio às damas em dificuldade vai dizendo quando é a melhor altura para cada um passar.
Chega a vez dele... A onda recua, o Rabbit avança e a onda seguinte avança mais depressa do que ele e alcança-o molhando-o dos pés á cabeça, pelas costas de uma forma traiçoeira, qual Tsumani enfurecido!
Logo a seguir chega a minha vez. o Charles ajuda-me a descer para o degrau para a “Grande Molha”. Estava tudo bem, aparentemente, quando dei o meu grande tralho, escorreguei sem saber bem como esfolando o joelho, nada mais a declarar e continuamos olhando as ondas... a onda recua e chega a minha hora de tentar ser mais rápida do que ela, e fui... só porque fiquei mais leve, perdi os sapatos que tinha presos na mochila! Felizmente o Charles estava atento e conseguiu resgatá-los ao mar salgado!
Uma pequena pausa para avaliar os estragos molhados e comer qualquer coisa!
Nesta pequena pausa, o Charles resolveu mostrar qual o melhor cantil para água que tinha encontrado até hoje – uma garrafa de refrigerante de plástico PET, e explicou-nos o que esta este plástico. A grande vantagem é poder cair em qualquer lugar sem partir ou rebentar. “Querem ver?” – pergunta ele, atirando a garrafa para o ar, fazendo-a cair aos nossos pés, e ela rebentou! “Nunca tal me tinha acontecido! Este plástico PET nunca rebenta!” diz ele. O Rabbit chegou à conclusão que PET significa – Pode Estantelar-se Toda.
Seguimos caminho, molhados até aos ossos, desta vez a subir, numa agilidade de fazer inveja a qualquer cabra montesa (LOL!). Nesta minha agilidade e prestes a fazer sku na lama, agarrada ao “Pau”, a tentar encontrar um ponto de equilibrio, ouço o Charles a rir. “Essa tua imagem é fantástica, ahahahahah! Um quarto para as três e o ponteiro dos segundos à procura desesperadamente de uma referência!”
Mais um ou dois tralhos, continuamos a andar... a pensar na lista de coisas que não podem faltar no próximo passeio!
Ao chegarmos ao destino divagamos sobre as pégadas de dinossáurios e sobre um estranho aparato na areia, uma imagem de Iemanjá, rosas brancas, flores azuis, leite condensado e pêssego em calda. Seria um pedido de amor, para adoçar um coração dificil?
Divagações Rançosas:
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Passei por cá e foi com trsiteza que este blog está em dorment...
é pena pois haverá certmente muita coisa para contar.
Tenho dito
Mocho com pena
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